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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

As 5 Melhores Universidades do Mundo

O Estudar Fora preparou uma lista com dados históricos, curiosidades e informações sobre o processo seletivo das 10 melhores universidades do mundo. Para isso, levou em consideração as instituições que aparecem no topo do ranking 2014/2015 da revista britânica Times Higher Education (THE).

Conheça a seguir as 5 melhores instituições:

1º lugar: California Institute of Technology

O Caltech, como é conhecido o California Institute of Technology, é um dos principais centros de pesquisa norte-americanos em Ciências Naturais e Engenharia. Foi fundado em 1891 pelo empresário e político Amoos G. Throop. É uma universidade pequena, com cerca de dois mil alunos — um décimo do tamanho de Harvard, por exemplo — e conta com uma receita anual de cerca de US$ 1,6 bilhão.


2º lugar: Harvard University
Fundada em 1636, é a mais antiga e conhecida universidade dos Estados Unidos. Sinônimo de excelência no ensino superior, já formou mais de 320 mil alunos. Por suas salas de aula passaram oito presidentes americanos, entre eles Barack Obama (Escola de Direito), George W. Bush (Escola de Negócios) e John Kennedy (Assuntos Internacionais), além de alguns dos intelectuais mais importantes da história.


3º lugar: University of Oxford

Foi a primeira universidade em língua inglesa do mundo, e hoje é uma das mais conhecidas e respeitadas. De tão antiga, não se sabe ao certo em que ano foi fundada. Historiadores afirmam que em 1096 começaram as primeiras aulas da instituição, mas ainda sem a estrutura de uma universidade. Oxford passa a crescer e a se fortalecer só em 1167, quando o rei da Inglaterra Henrique II proibiu alunos ingleses de estudarem na Universidade de Paris. A grande maioria, então, se matriculou em Oxford. Hoje, a universidade tem cerca de 22 mil alunos, entre os cursos de graduação e de pós, e um dos campi mais bonitos.


4º lugar: Stanford University

Leland Stanford Junior University, mais conhecida por Stanford University, foi fundada em 1891 pelo ex-governador e senador da Califórnia Leland Stanford e por sua esposa, Jane Lathrop Stanford, e recebeu esse nome em homenagem ao filho do casal, que havia morrido anos antes. É conhecida como a universidade dos empreendedores: ex-alunos e professores fundaram grandes empresas, como HP, Google, Yahoo e Nike.


5º lugar: Massachusetts Institute of Technology (MIT)
O MIT é um dos principais centros de estudo e pesquisa em ciências, engenharia e tecnologia. Fundado em 1861, em Cambridge, nos Estados Unidos, formava profissionais que atendessem a demanda das indústrias. Foi só em meados da década de 1930 que passou a focar sua formação em pesquisas científicas de base e inovação tecnológica. Entre seus ex-alunos e professores, há 77 ganhadores de prêmios Nobel (o mais conhecido deles é Richard Feynman, considerado o pai da física quântica).


Fonte
http://www.estudarfora.org.br/as-10-melhores-universidades-do-mundo/ - Acessado em: 05/12/2014

Terroristas da História


Osama bin Laden

Foi um dos membros sauditas da próspera família bin Laden, além de líder e fundador da al-Qaeda, organização terrorista à qual são atribuídos vários atentados contra alvos civis e militares dos Estados Unidos e seus aliados, 
  • Atentado de 7 de agosto de  1998: Al-Qaeda utilizou carros-bomba para explodir duas embaixadas dos Estados Unidos, matando no total 256 pessoas e ferindo 5100 pessoas. 
  • Atentado de 12 de outubro de 2000: Al-Qaeda voltou a cena, perpetrando outro ataque de grande repercussão contra o navio da marinha estadunidense USS Cole. O ataque provocou a morte de 17 militares estadunidenses, além dos dois terroristas suicidas.
  • Atentados de 11 de setembro de 2001: Aviões foram lançados contra as torres gêmeas em Nova York e contra o Pentágono, em Washington, DC, provocando a morte imediata de pelo menos 2754 pessoas, oriundas de 90 países distintos.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Osama_bin_Laden - Acessado em: 05/12/2014




Timothy McVeigh, o terrorista que chocou e escandalizou a
opinião pública dos Estados Unidos

Timothy McVeigh

No dia 19 de abril de 1995, um atentado terrorista atingiu boa parte de um prédio da cidade de Okahoma, nos Estados Unidos.  O autor desse ato terrorista era um jovem branco nova-iorquino condecorado por suas ações durante a Guerra do Golfo. Ferindo o orgulho nacionalista da grande maioria da população de seu país, Timothy James Mc Veigh foi acusado por aquela estrondosa explosão responsável por 168 mortos e 850 feridos. A partir de então, todos queriam saber quem era aquele indivíduo e quais motivações o levaram a cometer tamanha crueldade.


Fonte: http://www.brasilescola.com/historia/timothy-mcveigh.htm - Acessado em: 05/12/2014

Gavrilo: o autor de um atentado de conseqüências internacionais.
Gavrilo: o autor de um atentado de conseqüências internacionais.

Gavrilo Princip

Ele era ligado à organização conhecida como Mão  Negra e desferiu os tiros que mataram, em  Sarajevo, no dia 28 de junho de1914, o arquiduque do Império Austro-Húngaro e presumível herdeiro  do trono imperial, Francisco Fernando, e sua esposa,  Sofia, Duquesa de Hohenberg.

O Assassinato de Sarajevo ocasionou o Ultimato de julho, que levaria, em algumas semanas, à eclosão da Primeira Guerra Mundial. Gavrilo foi preso logo depois e morreu quatro anos mais tarde, no dia 28 de abril de 1918, decorrente de uma tuberculose em Theresienstadt, um campo de refugiados na República Tcheca.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gavrilo_Princip - Acessado em: 05/12/2014

Chernobyl


Os impactos do acidente em Chernobyl ainda preocupam autoridades e ambientalistas

No ano de 1986, os operadores da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, realizaram um experimento com o reator 4. A intenção inicial era observar o comportamento do reator nuclear quando utilizado com baixos níveis de energia. Contudo, para que o teste fosse possível, os responsáveis pela unidade teriam que quebrar o cumprimento de uma série de regras de segurança indispensáveis. Foi nesse momento que uma enorme tragédia nuclear se desenhou no Leste Europeu.

Entre outros erros, os funcionários envolvidos no episódio interromperam a circulação do sistema hidráulico que controlava as temperaturas do reator. Com isso, mesmo operando com uma capacidade inferior, o reator entrou em um processo de superaquecimento incapaz de ser revertido. Em poucos instantes a formação de uma imensa bola de fogo anunciava a explosão do reator rico em Césio-137, elemento químico de grande poder radioativo.

Com o ocorrido, a usina de Chernobyl liberou uma quantidade letal de material radioativo que contaminou uma quilométrica região atmosférica. Em termos comparativos, o material radioativo disseminado naquela ocasião era assustadoramente quatrocentas vezes maior que o das bombas utilizadas no bombardeio às cidades de Hiroshima e Nagasaki, no fim da Segunda Guerra Mundial. Por fim, uma nuvem de material radioativo tomava conta da cidade ucraniana de Pripyat.

Não por acaso, logo após as primeiras ações de reparo, foi construído um “sarcófago” que isolou as ruínas do reator 4. Enquanto isso, uma assustadora quantidade de óbitos e anomalias indicava os efeitos da tragédia nuclear. Buscando sanar definitivamente o problema da contaminação, uma equipe de projetistas hoje trabalha na construção do Novo Confinamento de Segurança. O projeto consiste no desenvolvimento de uma gigantesca estrutura móvel que isolará definitivamente a usina nuclear de Chernobyl. Dessa forma, a área do solo contaminado será parcialmente isolada e a estrutura do sarcófago descartada.

Apesar de todos esses esforços, estudos científicos revelam que a população atingida pelos altos níveis de radiação sofre uma série de enfermidades. Além disso, os descendentes dos atingidos apresentam uma grande incidência de problemas congênitos e anomalias genéticas. Por meio dessas informações, vários ambientalistas se colocam radicalmente contra a construção de outras usinas nucleares.

Fonte
http://www.brasilescola.com/historia/chernobyl-acidente-nuclear.htm – acessado em: 05/12/2014

Os 10 Maiores Revolucionários de Todos Os Tempos (part. II)


Para ler a primeira parte desta postagem, clique >> aqui <<

MAHATMA GANDHI | Comportamento


A não violência e a ação por direitos civis

  • Quem: Mohandas Karamchand Gandhi
  • Nascimento: 1869, Porbandar, Índia Britânica
  • Morte: 1948, Nova Délhi, Índia
  • O que revolucionou: toda a ação anti-imperialista, com sua campanha exclusivamente pacífica; o pacifismo e humanismo em geral, injetando novos ideais de tolerância, vindos de um país não ocidental; a forma como se faz protestos no mundo 


ALBERT EINSTEIN | Ciência


A ciência nunca mais foi a mesma – nem o mundo
  • Quem: Albert Einstein
  • Nascimento: 1879, Ulm, Império Alemão
  • Morte: 1955, Princeton, Estados Unidos
  • O que revolucionou: a física, ao provar a teoria atômica e a física quântica, e que o tempo é relativo ao espaço, deitando por terra a física newtoniana que vinha de dois séculos; a geopolítica, ao lançar os princípios da fissão nuclear; os costumes, ao tornar a ciência menos absoluta com sua revolução

CHE GUEVARA | Política


O guerrilheiro de alcance mundial
  • Quem: Ernesto Guevara de la Serna
  • Nascimento: 1928, Rosário, Argentina
  • Morte: 1967, La Higuera, Bolívia
  • O que revolucionou: a revolução em si. Primeiro, mostrando o quanto uma pequena força de guerrilha podia alcançar. Depois, tornando-se a cara e a voz do descontentamento da América Latina, e mais tarde do resto do mundo. Por fim, entrando para a História como um mártir dessa causa

LEONARDO DA VINCI | Arte


Com ele, o mundo saiu de vez da Idade Média

  • Quem: Leonardo di ser Piero da Vinci
  • Nascimento: 1452, Vinci, República de Florença
  • Morte: 1519, Amboise, França
  • O que revolucionou: a arte, com seu trabalho de anatomia e estudo da luz, que se tornou mais realista, abrindo espaço para a Alta Renascença; e as atitudes em geral, com o espírito humanista que essa época encarnou


JAMES WATT | Engenharia

Alegrias e sofrimentos de um mundo industrial
  • Quem: James Watt
  • Nascimento: 1736, Greenock, Escócia
  • Morte: 1819, Handsworth, Inglaterra
  • O que revolucionou: a indústria, ao criar uma fonte de trabalho, isto é, movimento útil, que não dependia da energia humana, do vento, rios ou animais; o mundo inteiro, a partir da Revolução Industrial, que nasceu daí
Fonte
http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/10-maiores-revolucionarios-todos-tempos-819063.shtml?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_avhistoria –  Acessado em: 04/12/2014

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Os 10 Maiores Revolucionários de Todos Os Tempos (part. I)

Graças a Aventuras na História, que fez com que especialistas elegessem os homens que mudaram os rumos da humanidade, separei cinco dos grandes revolucionários, para que vocês possam conhecer alguns dos homens que ofereceram novos modelos para a humanidade em dez campos do conhecimento.
JESUS CRISTO | Religião


A opção pela paz e pelos pobres era subversiva
  • Quem: Jesus de Nazaré
  • Nascimento: cerca de 7-4 a.C., Judeia, província do Império Romano
  • Morte: cerca de 30-36, Judeia
  • O que revolucionou: a religião, fundando uma nova vertente do monoteísmo, baseada no culto ao amor; a forma de pensar ocidental, dando início a tendências igualitárias e pacifistas – e toda a civilização ocidental, quando a nova religião foi universalizada


SANTOS DUMONT | Invenção



Figura central no nascimento da aviação


  • Quem: Alberto Santos Dumont
  • Nascimento: 1873, Palmira
  • Morte: 1932, Guarujá
  • O que revolucionou: pioneiro da aviação e do copyleft. Criou o primeiro avião produzido em série, e que deu início à carreira de diversos aviadores. Com isso, a aviação na Europa tem mais a ver com ele e menos com os irmãos Wright



ALEXANDER FLEMING | Medicina


Os antibióticos mudaram a medicina e a vida

  • Quem: Alexander Fleming
  • Nascimento: 1881, Darvel, Escócia
  • Morte: 1955, Londres, Inglaterra
  • O que revolucionou: a medicina, ao criar o primeiro antibiótico, tornando possível tratar doenças bacterianas que antes não tinham cura. E, indiretamente, os costumes, pois várias dessas doenças são sexualmente transmissíveis e deixaram de assustar

PLATÃO I Filosofia


Ao ignorar o mestre, Platão fundou a filosofia

  • Quem: Platão
  • Nascimento: 428 a.C., Atenas
  • Morte: 347 a.C., Atenas
  • O que revolucionou: a filosofia, ao decidir registrar os diálogos de Sócrates; a educação, ao criar a primeira instituição de ensino superior do mundo; e a política, ao propor um modelo de sociedade ideal, imaginada por um filósofo

NAPOLEÃO BONAPARTE | Militar


O nascimento do exército moderno

  • Quem: Napoleão Bonaparte
  • Nascimento: 1769, Ajaccio, Córsega
  • Morte: 1821, Ilha de Santa Helena
  • O que revolucionou: a estratégia militar, ao fazer uso massivo de infantaria e artilharia em manobras conjuntas e móveis, com um Exército ideologicamente motivado; a Europa inteira, ao exportar parte dos ideais da Revolução Francesa
Fonte
http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/10-maiores-revolucionarios-todos-tempos-819063.shtml?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_avhistoria — Acessado em: 04/12/2014

sábado, 8 de novembro de 2014

Pontos Turísticos Históricos na Grécia

A civilização grega antiga deixou para a humanidade uma infinidade de palácios, templos, monumentos, teatros entre outras construções. Nos museus da Grécia, podemos conhecer uma infinita quantidade de esculturas, pinturas e outros elementos artísticos criados na Grécia Antiga.
Pensando nisto, separei alguns pontos turísticos que há lá, para que vocês possam conhecer:

Acrópole de Atenas 
Partenon: templo principal
Foi erguido por volta do ano 450 a.C. e situa-se na cidade de Atenas (capital da Grécia) numa colina rochosa de aproximadamente 150 metros de altitude. Esta construção foi realizada pelos atenienses em homenagem a deusa Atenas (protetora da cidade). Atualmente encontramos apenas ruínas da acrópole, pois ela foi alvo de vários ataques militares durante a história. 

Fonte: http://www.suapesquisa.com/monumentos/acropole_atenas.htm (Acessado em: 06/11/2014)

Templo de Zeus Olímpico

O templo de Zeus Olímpico, também conhecido como Olympeion, é a ruína monumental de um antigo templo dedicado a Zeus em sua qualidade de rei dos deuses do Olimpo. Está localizado no centro de Atenas, na Grécia. Sua construção começou no século VI a.C. e só foi concluída no reinado de Adriano. Em seu apogeu foi um dos maiores e mais famosos templos gregos.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Templo_de_Zeus_Ol%C3%ADmpico (acessado em: 06/11/2014)

Teatro Antigo de Lárissa


Cercado de montanhas, no relevo acidentado da região e sobre o solo rochoso grego, o Teatro é uma obra a céu aberto conservado durante anos, o espaço é todo construído com rochas – como as construções clássicas da Grécia Antiga. Trata-se de um típico teatro grego: no centro o palco, onde os atores encenavam a peça, e, ao redor, na forma de uma meia lua, o lugar no qual o público podia sentar e contemplar a obra encenada. Tudo a céu aberto.

Fonte: http://cultura.culturamix.com/arte/teatro-antigo-de-larissa (acessado: 08/11/2014)

Museu Arqueológico de Pátras


No Museu Arqueológico de Pátras há painéis, pequenas construções e esculturas da Grécia Antiga, que fazem parte da coleção do museu, que tem o tamanho de 8 mil metros quadrados. Os seus mosaicos greco-romanos são belíssimos e inconfundíveis.No Museu Arqueológico podemos encontrar peças que são realmente impressionantes. Ele ainda conta com uma coleção riquíssima de armas e recipientes.

Fonte: http://turismo.culturamix.com/atracoes-turisticas/museu-arqueologico-de-patras (Acessado em: 08/11/2014)

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

As Sete Maravilhas do Mundo Moderno


As Novas Sete Maravilhas do Mundo foi uma revisão de caráter informal e recreativo da lista original das sete maravilhas. A seleção foi feita mundialmente por votos pela internet gratuitos e ligações telefônicas pagas e apresentada publicamente no dia 7 de Julho de 2007 no Estádio da Luz, em Lisboa, Portugal.
Quando se fala em sete maravilhas do mundo, é comum relacionar à célebre lista das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, que reúne as mais notáveis construções da antiguidade. Esta lista, entretanto, não é mais a única a tentar enumerar as maiores realizações da humanidade e/ou da natureza.


Muralha da China

A chamada Muralha da China, ou Grande Muralha, é uma impressionante estrutura de arquitetura militar construída durante a China Imperial. As suas diferentes partes distribuem-se entre o Mar Amarelo (litoral Nordeste da China) e o deserto de Góbi e a Mongólia (a Noroeste). A muralha começou a ser erguida por volta de 220 a.C. por determinação do primeiro imperador chinês, Qin Shihuang. Com aproximadamente três mil quilômetros de extensão, a sua função era a de conter as constantes invasões dos povos ao Norte.


Petra

Petra é um importante enclave arqueológico na Jordânia, situado na bacia entre as montanhas que formam o flanco leste de Wadi Araba, o grande vale que vai do Mar Morto ao Golfo de Aqaba.



Cristo Redentor


O Cristo Redentor é uma estátua de Jesus Cristo localizada na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Está localizada no topo do morro do Corcovado, a 709 metros acima do nível do mar. De seus 38 metros, oito estão no pedestal. Foi inaugurado às 19h15min. do dia 12 de outubro de 1931, depois de cerca de cinco anos de obras. Um símbolo do cristianismo, a estátua se tornou um dos ícones mais reconhecidos internacionalmente de ambos Rio e Brasil.

Machu Pichu


Machu Pichu também chamada "cidade perdida dos Incas", é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual Peru. Foi construída no século XV, sob as ordens de Pachacuti. O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, quer devido à sua original localização e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911. Apenas cerca de 30% da cidade é de construção original, o restante foi reconstruído.

Chichén Itzá


Chichén Itzá é uma cidade arqueológica maia localizada no estado mexicano de Iucatã. Chichén Itzá, é a mais famosa Cidade Templo Maia, funcionou como centro político e econômico da civilização maia. O nome Chichén-Itzá tem raiz maia e significa "na beirada do poço do povo Itza". Estima-se que Chichén-Itzá foi fundada por volta dos anos 435 e 455. Foi declarada Património Mundial da Unesco em 1988.


Coliseu de Roma


Foi construído por ordens do imperador Vespasiano, em 70 d.C.. Suas fundações possuem mais de 12 metros de profundidade, e seus 187,5 metros de comprimento por 155,5 metros de largura formam um perímetro de mais de 540 metros. É, uma das maiores construções de todo o império romano, e podia acomodar entre 45.000 e 55.000 espectadores. Apenas dois terços da estrutura original conseguiram resistir ao tempo, terremotos, vândalos e aos construtores medievais que o utilizaram como uma pedreira de onde obtinham materiais para suas construções. Mesmo assim, essa construção impressiona até os dias de hoje.

Taj Mahal



A obra foi feita entre 1630 e 1652 com a força de cerca de 22 mil homens, trazidos de várias cidades do Oriente, para trabalhar no suntuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal ("A jóia do palácio"). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yamuna.

Caso queiram ver As Sete Maravilhas do Mundo Antigo, basta clicar >aqui<.


Fonte: http://www.sohistoria.com.br/curiosidades/setemoderno/ (Acessado em: 05/11/2014)

domingo, 2 de novembro de 2014

As Sete Maravilhas do Mundo Antigo

As sete maravilhas do mundo antigo são uma famosa lista de majestosas obrasartísticas e arquitetônicas erguidas durante a Antiguidade Clássica feita por Antípatro de Sídon. Das sete maravilhas, a única que resiste até hoje quase intactas são as Pirâmides de Gizé, construídas há cinco mil anos.

1. As Pirâmides de Gizé

As grandes pirâmides de Gizé, no Egito, única antiga maravilha do mundo ainda existente.

Keóps, Quéfren e Miquerinos, foram construídas como tumbas reais para os reis Khufu (Keóps), Quéfren, e Menkaure, que dão nome às pirâmides. A primeira delas, Queóps, foi construída há mais de 4.500 anos, por volta do ano 2550 a.C., chamada de Grande Pirâmide, a majestosa construção de 147 metros de altura foi a maior construção feita pelo homem durante mais de quatro mil anos, sendo superada apenas no final do século XIX, com a construção da Torre Eiffel.

2. O Farol de Alexandria
120 metros em mármore

O Farol de Alexandria foi construído a mando de Ptolomeu no ano 280 a.C. pelo arquiteto e engenheiro grego Sóstrato de Cnido. Era uma torre de mármore situada na ilha de Faros (por isso, "farol"), próxima ao porto de Alexandria, Egito.

3. Os Jardins Suspensos da Babilônia

Seis montanhas artificiais

Foram construídos por volta de 600 a.C., às margens do rio Eufrates, na Mesopotâmia. De todas as maravilhas os Jardins Suspensos da Babilônia são os menos conhecidos já que até hoje encontram-se poucos relatos e nenhum sítio arqueológico foi encontrado com qualquer vestígio do monumento. O único que pode ser considerado "suspeito" é um poço fora dos padrões que imagina-se ter sido usado para bombear água.

4. O Templo de Artêmis

200 anos de construção

Construído para a deusa grega da caça e protetora dos animais selvagens, foi o maior templo do mundo antigo. Localizado em Éfeso, atual Turquia, o templo foi construído em 550 a.C. pelo arquiteto cretense Quersifrão e por seu filho, Metagenes.

5. A Estátua de Zeus

Marfim, ébano e pedrarias

Foi construída no século V a.C. pelo ateniense Fídias, em homenagem ao rei dos deuses gregos — Zeus. Supõe-se que a construção da estátua tenha levado cerca de oito anos. Zeus era o senhor do Olimpo, a morada das divindades. A estátua media de 12 a 15 metros de altura e era toda de marfim e ébano. Seus olhos eram pedras preciosas.


6. Mausoléu de Halicarnasso

Pirâmide de 24 degraus

O mausoléu de Halicarnasso foi o suntuoso túmulo que a rainha Artemísia II de Cária mandou construir sobre os restos mortais de seu irmão e marido, o rei Mausolo, em 353 a.C.. Foi construído por dois arquitetos gregos — Sátiro e Pítis — e por quatro escultores gregos — Briáxis, Escopas, Leocarés e Timóteo.


7. O Colosso de Rodes


Um pé em cada margem

O Colosso de Rodes, era uma gigantesca estátua do deus grego Hélios colocada na entrada marítima da ilha grega de Rodes. Ela foi finalizada em 280 a.C. pelo escultor Carés de Lindos, tendo 30 metros de altura e setenta toneladas de bronze, de modo que qualquer barco que adentrasse a ilha passaria entre suas pernas, que possuía um pé em cada margem do canal que levava ao porto.

Fonte: http://www.sohistoria.com.br/curiosidades/seteantigo/ (Acessado em: 02/11/2014)

Historiadores (part. II)

Olá pessoal! Como prometido em uma das minhas ultimas postagens, segue abaixo a segunda parte de alguns dos historiadores que tivemos ao longo dos tempos.

                                            


Jacques Le Goff foi um historiador francês especialista na Idade Média

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques_Le_Goff (acessado em: 02/11/2014)


Taylor em 1977

Alan John Percival Taylor foi um historiador britânico que se especializou principalmente na história da diplomacia européia no séculos XIX e XX.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/A._J._P._Taylor (acessado em: 02/11/2014)


Marc Léopold Benjamim Bloch foi um historiador francês notório por ser um dos fundadores da Escola dos Annales e morto pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marc_Bloch (acessado em: 02/11/2014)


Leopold von Ranke em 1877

Leopold von Ranke foi um dos maiores historiadores alemães do século XIX, e é frequentemente considerado como o pai da "História cientifica".
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Leopold_von_Ranke (acessado em: 02/11/2014)

sábado, 1 de novembro de 2014

Enciclopédia Francesa: A Internet do século 18 (Part. III)

Leia a part. II desta matéria, clicando >aqui<



Com o sucesso, os financiadores do projeto decidiram que o grupo deveria continuar trabalhando, ainda que quase às escondidas. As autoridades sabiam o que estava ocorrendo – espiões da polícia continuamente rondavam o escritório de Diderot, mas, como os livros não haviam sido publicados, não podiam fazer nada.

Os livreiros, satisfeitos com os ganhos que obtinham, esperavam uma ocasião mais favorável para voltar a imprimir e distribuir o resto da coleção. Ela chegou em 1766, quando Antoine de Sartine assumiu o cargo estatal de diretor de Comércio do Livro. Simpatizante do Iluminismo, Sartine combinou que os livros poderiam ser impressos fora de Paris. Em janeiro de 1766, os jornais anunciavam que o resto da Encyclopédie fora impresso na Suíça e que estava à venda. Parte da publicidade era falsa. Os livros foram fabricados em Paris mesmo, a portas fechadas, com os impressores cumprindo dupla jornada. Mas já não importava, o exaustivo trabalho havia terminado. A partir de 1766, os volumes restantes foram colocados à disposição do público. O último, com os artigos entre “Vénérien” e “Zzuéne”, foi entregue em 1772.

A Revolução Francesa, com seu lema de liberdade, igualdade e fraternidade, estourou 17 anos depois. A princípio, os iluministas identificaram no movimento as idéias progressistas que tanto haviam se esforçado para levar adiante. Mas o caráter violento que a Revolução ganhou com o tempo os mortificou. Partidários do cultivo das virtudes do espírito, os iluministas jamais poderiam perdoar qualquer tipo de totalitarismo.


A Obra:
Encyclopédie – El Triunfo de la Razón en Tiempos Irracionales, Philipp Blom, Anagrama, Colección Argumentos, 2004
460 páginas, 22 euros

Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/enciclopedia-francesa-internet-seculo-18-435636.shtml (Acessado em: 01/11/2014)

Enciclopédia Francesa: A Internet do século 18 (Part.II)

Leia a Part. I desta matéria, clicando >aqui<


Em fevereiro de 1753,o rei Luís XV, proibiu a comercialização dos dois primeiros volumes da Encyclopédie e nomeou um grupo de homens da Igreja para revisar os que ainda estavam para ser publicados. A decisão foi diplomática: agradou a Igreja sem abortar o projeto. Por trás disso havia uma voz feminina.

A amante preferida de Luís XV, madame Pompadour, era amiga dos enciclopedistas e tinha paixão pelas artes e pelas letras. Entre um encontro amoroso e outro, Pompadour convenceu o soberano de que não era bom impedir um projeto intelectual que dava prestígio à França no estrangeiro. Pela extensão do trabalho (no fim das contas, a Encyclopédie compreenderia 27 volumes, 72 mil artigos e 16500 páginas), fica claro que os censores não conferiram letra por letra o que estava sendo publicado. Ou se deixaram enganar pelos malabarismos verbais executados pelos autores. Em entradas como “Autoridade política e direito natural”, os enciclopedistas mostravam o tipo de mudanças que esperavam.

Outra artimanha dos editores foi o uso de referências cruzadas. Como toda enciclopédia, a de Diderot e D’Alembert trazia ao fim dos textos sugestões de outros artigos que ampliavam a compreensão sobre o tema em questão. O jogo de referências permitia aos leitores mais atentos decifrar o que pensavam os cabeças do grupo sobre um determinado assunto. Por exemplo, o artigo “Liberdade de pensamento” levava a “Intolerância”. O artigo “Ofício” lembrava os cargos do Estado que eram vendidos pelo rei aos nobres e, no fim, encaminhava o leitor para os textos sobre “Moral”, “Moralidade” e “Ética”.

Sem dúvida, uma das virtudes do grupo foi defender uma nova ordem social em que as classes produtivas estivessem à frente. Fizeram isso nas entrelinhas, acrescentando relatos sobre diversos processos de manufatura e centenas de ilustrações sobre os instrumentos de trabalho dos artesãos. Também elevaram as Artes e as Ciências a um novo patamar, realçando o poder humano de criar e descobrir. Sendo assim, tinham uma boa desculpa para os censores: a Encyclopédie não era um livro de idéias, mas uma obra informativa.

A ousadia permanente desses homens, que se tratavam uns aos outros como iluministas, por muito pouco não os levou à Bastilha, a temida fortaleza-prisão de Paris. Depois daquela primeira crise provocada pelo bispo, viria outra, ainda pior. Em 1759, com sete volumes publicados e 4 mil leitores já tendo pago pelos próximos, os livros foram definitivamente proibidos pelo rei. O papa se somou ao coro dos descontentes: atacou a Encyclopédie e a incluiu no índex de livros proibidos, ameaçando os católicos que a lessem com a excomunhão. A censura, por conta de uma grave crise política, havia recrudescido no país e os enciclopedistas temiam por sua liberdade e por sua integridade física.

No entanto, é justamente nesse momento que se sente o quanto a Europa havia mudado desde os primeiros pesados volumes. Ainda que tivesse contra si o rei, o papa e parte da intelectualidade francesa, a Encyclopédie já dava emprego direto a mil pessoas. Além dos escritores e dos livreiros, desenhistas, impressores e encadernadores dependiam dela para sobreviver. As estimativas são de que um em cada dez parisienses se beneficiava do livro economicamente.

Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/enciclopedia-francesa-internet-seculo-18-435636.shtml (Acessado em: 01/11/2014)

Enciclopédia Francesa: A Internet do século 18 (Part.I)

Proibida pelo rei e pelo papa, a Encyclopédie levou 21 anos para ser concluída. Seu objetivo era reunir todo o conhecimento humano, mas acabou divulgando uma nova maneira de pensar

A ambiciosa ideia de organizar todo conhecimento existente em uma coleção de livros é bem anterior à Encyclopédie. No século 5 a.C., o rei Assurbanípal, da Mesopotâmia, havia ordenado aos sábios de sua corte que escrevessem um livro-síntese sobre tudo o que se conhecia até então. O resultado foram várias tábuas de madeira gravadas em escrita cuneiforme. A palavra enciclopédia vem do grego enkiklios paidéia e significa “cadeia do conhecimento”. O primeiro trabalho que reivindica essa característica em seu título é a Encyclopedia Septem Tomis Distincta de Johann Heinrich , de 1630, mais de 100 anos antes da mais famosa de todas, a versão francesa, a Encyclopédie.

Mas, se o formato não era exatamente uma novidade, o que fez a Encyclopédie de Diderot e seu parceiro, Jean le Rond D’Alembert, se tornar uma referência? Simples: ela permitiu que as idéias discutidas nos altos salões da intelectualidade chegassem ao povo.

Os enciclopedistas conduziram seus leitores a uma nova maneira de pensar, na qual a investigação e o método eram propostos como a única forma de chegar ao verdadeiro conhecimento. Aos olhos contemporâneos pode parecer pouco, mas naquele tempo os escolásticos eram os donos da verdade e, para eles, todas as respostas começavam e terminavam em uma única palavra: Deus. Na corte do rei Luís XV, dúvidas sobre a existência divina custavam a cabeça de um cidadão. Imagine escrevê-las, imprimi-las e distribuí-las para milhares de pessoas!

Para entender por que os enciclopedistas tiveram sucesso nessa aventura, é preciso levar em conta o período em que a Encyclopédie chegou às estantes: entre 1751 e 1772. Nessa época, a burguesia já era peça importante para o funcionamento da sociedade, a educação estava sendo ampliada às massas e a vida urbana (com sua agitação e possibilidades) começava a ser o modo de vida predominante na velha Europa. Diante desse cenário, o povo estava sedento por informação, que era vista como um instrumento para melhorar de vida. Só entre 1674 e 1750 foram publicados 30 livros com pretensões enciclopédicas, um número muito maior do que nos 200 anos anteriores. Esses compêndios deixavam em casa, ao alcance das mãos e dos olhos de qualquer um, parte dos conhecimentos que, até então, estavam encerrados nas bibliotecas públicas. Guardadas as devidas proporções, as enciclopédias eram para os homens e mulheres daquele período algo parecido com o que a internet é para a gente hoje.

Leia a part.II desta matéria, clicando >aqui<

Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/enciclopedia-francesa-internet-seculo-18-435636.shtml (Acessado em: 01/11/2014)

domingo, 21 de setembro de 2014

Orgulho Negro

Em 1921, poucos se aventuravam no estuário do Somme, menos ainda estrangeiros, jamais mulheres. Aquela tinha atravessado o Atlântico. Seu nome logo seria célebre: Bessie Coleman. Ela nasceu em 1892 numa família pobre de uma pequena cidade (Atlanta) do Texas.

Aos 23 anos, Bessie aspirava a uma outra vida. O sul não tinha nada de bom a lhe oferecer. Logo, fez uma viagem de trem de 20 horas e enfim, Bessie pode se instalar na casa do irmão, na Forest Avenue.

Bessie arrumou um emprego de manicure na Stroll. Entre dois clientes, ela se dedicava a seguir no jornal as façanhas dos ases da aviação. Qual não foi a surpresa de Bessie ao descobrir que na Europa não somente os negros, mas também as mulheres, pilotavam aviões. A manicure passou a ter um sonho: tornar-se piloto de avião.

Todas as suas tentativas para se inscrever em um curso de pilotagem fracassaram. Em desespero de causa, a jovem, apelou a dois de seus clientes habituais. O primeiro era Robert Abbott, homem de imprensa milionário. A segunda pessoa a apoiar a aprendiz de piloto foi o banqueiro Jesse Binga.

Depois de ter seguido cursos intensivos de francês em Chicago, Bessie deixou Nova York em 20 de novembro de 1920. Destino: Le Crotoy, onde se encontrava a escola dos irmãos Caudron.

Ao fim de sete meses, Bessie obteve com distinção o brevê tão esperado. Para completar seus conhecimentos, de junho a setembro de 1921, ela realizou cursos de acrobacia aérea com um ás da Grande Guerra, perto de Paris.

Foi como heroína que Bessie Coleman entrou novamente em sua casa, em Chicago. A partir de então, ela era um símbolo: a primeira pessoa de origem afro-americana a ter obtido uma licença de piloto. Os jornalistas se precipitaram sobre o cais para entrevistá-la. Bessie Coleman não se escondia mais. Seu projeto era abrir uma escola de pilotagem sem distinção de cor ou de sexo.

Em 30 de abril de 1926, durante um voo de preparação para um show aéreo em Jacksonville (Flórida), seu avião perdeu a estabilidade e ela, sem cinto de segurança, foi arremessada pelos ares. Bessie tinha 34 anos. Seu desaparecimento brutal não fechou a porta que Bessie havia aberto: a partir de então, toda uma geração de pilotos afro-americanos passaria por ela.


Fonte: >> ACESSADO EM: 21/09/14 <<

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Envenenado

Em 1816, cinco anos antes de sua morte, surgiram as 
primeiras dores, mas o círculo do imperador não se preocupou.
(Imperador em Santa Helena ditando suas memórias para o 
general Gorgaud, óleo sobre tela, Charles Steuben, séc. XIX)
Já havia alguns anos que Napoleão Bonaparte se queixava de dores no estômago – os primeiros problemas manifestaram-se em 1816. Essas dores intensificaram-se a ponto de impedi-lo de caminhar, em torno de sua residência de Longwood.

Todos os exilados em Santa Helena tiveram de sofrer, em um momento ou em outro dos seis longos anos que passaram na ilha, dessas perturbações ligadas ao mesmo tempo ao clima e à alimentação. Se acrescentarmos que, desde o início de sua detenção, o imperador deposto engordara muito, a ponto de se tornar “um homenzinho obeso” – nas palavras de seus carcereiros –, será possível compreender melhor por que os seus próximos não ficaram alarmados de imediato com a degradação de seu estado de saúde. Em 15 de abril de 1821, Napoleão ditou seu testamento, o que, finalmente, inquietou a todos. Em 1º de maio, Louis Marchand, criado de quarto pessoal do imperador, alertou o círculo. Acometido de um mal-estar quando despertou, seu senhor teve de retornar ao leito. Isso não estava entre seus hábitos.

Recusando a visita dos médicos ingleses que lhe enviara Hudson Lowe, o governador da ilha, Napoleão mergulhou durante longas horas em estado semicomatoso. Ao despertar, no final da tarde, pediu que colocassem o busto de seu filho sobre a borda da chaminé, diante de seu leito. Depois disso, perdeu outra vez a consciência.

No dia seguinte, sua respiração tornou-se estertorante. Durante seus raros momentos de lucidez, ele parecia tomado por delírios. Apesar de um dia de alívio, em 4 de maio Napoleão desfaleceu novamente ao final da tarde. Sua noite foi agitada. Na alvorada do dia 5, estava em agonia. Seus próximos sucediam-se à sua cabeceira para lhe apresentar suas derradeiras homenagens, mas ele já estava longe. Às 7 horas da manhã, balbuciou algumas palavras. Louis Marchand acreditou ter ouvido: “ França...França...” Napoleão desfaleceu mais uma vez. Ele reabriria os olhos apenas no final da tarde, para murmurar, num último sobressalto, frases incoerentes das quais emergiam as palavras “cabeça“ e “exército“, antes de, aos 51 anos, entregar a alma.

Seu criado anotou a hora precisa da morte (17h49) e em seguida correu para informar as autoridades inglesas. No dia 6, Hudson Lowe veio constatar o falecimento de seu prisioneiro. Os médicos britânicos procederam então a uma autópsia. Seu relatório confirmou que o Imperador havia engordado muito desde o início de sua detenção.

Segundo os médicos, um tumor estaria na origem da morte. Portanto, um câncer, como já havia acontecido com seu pai, Carlos Bonaparte, teria matado Napoleão.

Desde que a notícia de seu desaparecimento chegou a Paris, dois rumores contraditórios começaram a circular, ambos difundidos pelos círculos bonapartistas. De acordo com o primeiro, não era o Imperador que teria morrido e sim um sósia: Napoleão I havia conseguido escapar de seu exílio em Santa Helena e preparava seu retorno. O segundo afirmava que o Imperador havia sido assassinado por seus carcereiros para, precisamente, impedi-lo de realizar esse projeto.

Em 1961, um toxicologista sueco, Sven Forshufvud, persuadido de que os sintomas de Napoleão não correspondiam a um câncer, fez analisar uma mecha de cabelos do Imperador. Realizadas pelo professor Hamilton Smith, do Departamento de Medicina Legal da Universidade de Glasgow (Escócia), essas análises revelaram a presença de uma forte concentração de arsênico. Começou ali um longo debate, que se estende até os dias atuais.

domingo, 14 de setembro de 2014

Historiadores (part. I)

Olá pessoal! Separei para vocês alguns dos historiadores que tivemos ao longo dos tempos, os quais separei por duas postagens.  Nessa primeira postagem, vocês podem conferir cinco deles:

Edward Gibbon


Edward Gibbon foi um historiador inglês que expressou-se no espírito do iluminismo, autor de A História do Declínio e Queda do Império Romano. Nasceu em família relativamente rica, dona de uma propriedade em Hampshire
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Edward_Gibbon (acessado em: 14/09/14)

Paulo Orósio


Paulo Orósio, historiador, teólogo, sacerdote e apologista cristão, natural da Hispânia Romana, possivelmente natural de Bracara Augusta, então cabeça da província da Galécia.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Or%C3%B3sio (acessado em: 14:09:14)

Tucídies

Tucídides, em grego Θουκυδίδης, transl. Thukydídēs, foi um historiador da Grécia Antiga

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Tuc%C3%ADdides (acessado em: 14/09/14)

Tácito

Públio Cornélio Tácito ou simplesmente Tácito, foi um historiador, orador e político romano. Ocupou os cargos de questor, pretor, cônsul e procônsul da Ásia. É considerado um dos maiores historiadores da Antiguidade

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%BAblio_Corn%C3%A9lio_T%C3%A1cito (acessado em:14/09/14)

Heródoto

Heródoto foi um geógrafo e historiador grego, continuador de Hecateu de Mileto, nascido no século V a.C. em Halicarnasso. Foi o autor da história da invasão persa da Grécia nos princípios do século V a.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Historiador (acessado em: 14/09/14)






sábado, 30 de agosto de 2014

Calendário Histórico: Setembro.

  Que dia é hoje? Em qual mês nós estamos? Você por acaso já parou para pensar consigo mesmo que hoje pode ter sido um dia importante no passado? Confuso, não?
  Pois bem, deixe-me explicar melhor:  Sei que a grande maioria de vocês pensa que os dias históricos são somente aqueles que ganharam feriados, mas não se enganem! Todos os dias dos meses são históricos, não importa qual seja.
  Ficou curioso (a) para saber exatamente quais são os fatos históricos do mês de Setembro? Não precisa se preocupar! Como estamos entrando no mês de Setembro, separei um calendário histórico para que você saiba todos os acontecimentos de Setembro, basta conferir:

Setembro na História

1 de Setembro


- de 1939: As forças armadas alemãs invadem a Polônia, sem declaração prévia, começando assim uma guerra que dois dias mais tarde se tornará a Segunda Guerra Mundial.


2 de Setembro

- de 1870: Após a Batalha de Sedan, entre o exército prussiano, vencedor, e o exército francês, o Imperador francês Napoleão III rendeu-se, tendo como resultado a queda do Segundo Império, e a instauração da república em França.

3 de Setembro

- de 1783: Assinatura do Tratado de Paris, entre os Estados Unidos da América e a Grã-Bretanha, terminando a Guerra da Revolução Americana, com a aceitação da independência das treze colônias britânicas na América do Norte e o reconhecimento dos Estados Unidos da América.

4 de Setembro

- de 1886: A última guerra importante entre os Estados Unidos e os tribos índias termina com a captura do chefe Apache Jerônimo, que morrerá em 1909 no Forte Still, no estado do Oklahoma.

5 de Setembro

- de 1774: Reunião do primeiro Congresso Continental em Filadélfia.

6 de Setembro

- de 1989: Uma equipa médica, dirigida pelo cirurgião Gentil Martins, separa, com êxito, duas gémeas siamesas recém-nascidas, ligadas pelo abdômen.

7 de Setembro

- de 1822: O infante D. Pedro, filho do rei D. João VI, proclama a independência do Brasil, dando o «Grito do Ipiranga», junto ao rio do mesmo nome, nos arredores de São Paulo..

8 de Setembro


- de 1944: A primeira bomba foguete alemã - uma V-2 - cai em Londres.

9 de Setembro

- de 1948: Com a retirada das forças militares soviéticas do norte da Coreia, ocupada no fim da Segunda Guerra Mundial, a República Popular da Coreia é proclamada, tendo Pyongyang como capital.

10 de Setembro

- de 1943: As tropas aliadas libertam Roma da ocupação alemã, no decurso da campanha de Itália, durante a Segunda Guerra Mundial.

11 de Setembro

- de 1973: O exército chileno, comandado pelo general Augusto Pinochet, provoca um Golpe de Estado, derrubando o presidente Salvador Allende.

12 de Setembro


- de 1383: Criação dos Quadrilheiros por D. Fernando. É a institucionalização da obrigação dos proprietários dos concelhos participarem na manutenção da ordem nos burgos medievais.

13 de Setembro


- de 1788: O Congresso dos Estados Unidos da América, criado devido à aprovação da Constituição, escolheu Nova Iorque como capital federal.

14 de Setembro

- de 1812: O exército francês comandado por Napoleão Bonaparte, entrou em Moscovo. A cidade abandonada pela população foi pasto de um incêndio que a tornou inabitável durante o Inverno que se aproximava, obrigando o Imperador francês a abandoná-la.

15 de Setembro


- de 1916: Primeira utilização de carros blindados (tanques) em combate, durante a Batalha do Somme, no decorrer da Primeira Guerra Mundial.

16 de Setembro


- 1793: Embarque em Lisboa para a Catalunha, da Divisão Auxiliar à Coroa Espanhola que participará na Campanha do Rossilhão, de 1793 a 1795.

17 de Setembro


- de 1480: Estabelecimento do Tribunal da Inquisição em Espanha, a pedido dos Reis Católicos.

18 de Setembro


- de 1499: Vasco da Gama desembarca em Lisboa, após ter realizado a viagem à Índia, sendo recebido pelo rei D. Manuel e toda a Corte.

19 de Setembro

- de 1761: O transporte de escravos para Portugal, é proibido; assim como o tráfico de escravos no país.

20 de Setembro


- de 1870Aproveitando a guerra franco-prussiana, e a saída das tropas francesas que protegiam os Estados do Papa, o exército italiano ocupa Roma, terminando com o poder temporal do Papa.

21 de Setembro


- de 1761: É queimado no Rossio o padre jesuíta Gabriel Malagrida, denunciado pelo marquês de Pombal de falso profeta e impostor. É o último auto-de-fé com condenação à morte realizado em Lisboa.

22 de Setembro


- de 1792: Proclamação da República francesa, após a vitória de Valmy, e os massacres de milhares de mulheres, crianças e velhos, aristocratas, presos nas prisões parisienses, reféns do poder revolucionário. 

23 de Setembro

- de 1803Batalha de Assaye, na Índia. Vitória das tropas britânicas, comandadas por Arthur Wellesley, futuro duque de Wellington, contra as forças da confederação dos Maratas.

24 de Setembro

- de 1850: A hierarquia católica na Inglaterra é restabelecida por determinação do Papa Pio IX..

25 de Setembro

- de 1993: O primeiro satélite português, o Posat I foi lançado na Guiana Francesa por intermédio de um foguetão Arianne.

26 de Setembro

- de 1984: O governo britânico aceitou o regresso de Hong-Kong à soberania Chinesa em 1997.


27 de Setembro

- de 1939: Varsóvia, capital da Polônia, rende-se ao exército alemão, após 19 dias de resistência.

28 de Setembro


- de 1066: Guilherme, duque da Normandia, desembarca em Pevensey, no sul da Inglaterra, começando assim a conquista normanda do reino Saxão.

29 de Setembro


- de 1941: 33.771 Judeus são mortos durante o massacre de Babi Yar, perto de Kiev, na Ucrânia, no começo da invasão alemã da União Soviética.

30 de Setembro

- de 1966: Albert Speer, arquitecto de Hitler, e ministro alemão dos armamentos no fim da Segunda Guerra Mundial foi libertado após ter servido 20 anos de prisão.


Fonte: http://www.arqnet.pt/portal/calendario/setembro.html (Acessado em: 30 de Agosto de 2014)